A arma do fracassado é a mentira!

Tempo de leitura: 10 minutos

Esteja​ post é uma resposta ao fracassado e derrotado superintendente de mentirinha da FALSA COMISSÃO CNPRD que num momento de ira e sentimento de derrota desferiu recentemente ataques pessoais ao autor deste blog.

Os leitores deste blog talvez não tenham percebido que já faz um bom tempo que não emito opiniões pessoais a respeito dos problemas envolvendo a classe dos detetives. A minha última opinião (22/08/2016) publicada no blog foi quando um outro superintendente de mentirinha da FALSA COMISSÃO CNPRD envolveu-se em um problema de ordem pessoal e foi afastado por aqueles que diziam ser seus amigos.  De lá pra cá, procurei manter-me tranquilo, calmo e concentrado em matérias relevantes e úteis para o aprendizado dos leitores e simpatizantes deste blog.

Ocorre que hoje 13/04/2017 recebi um link de uma matéria de um outro blog que pelo nome já deu para perceber uma pontinha de inveja, onde um outro superintendente de mentirinha da FALSA COMISSÃO CNPRD, que como todos sabem está sem dormir desde o dia 22/03/2016 quando saiu com o sentimento de derrota do tal congresso (encontro para tirar fotos) em Brasília. Dias antes, estavam todos eufóticos com a aprovação do PLC 106/14 no Senado Federal.

O motivo que o levou a sentir o gosto amargo da derrota e o sentimento de ira, perda e decepção ocorreu quando o Ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira, também presente no evento de fotos,  revelou à todos que o plano diabólico de dominar e encarcerar toda a classe dos detetives não poderia ser levado a diante. Isso porque, apesar de alardearem em todos os cantos que tinham o apoio de 95% dos profissionais, não esperavam que os outros 5% nomeados como dissidentes tivessem força e coragem suficiente para enfrentar a maioria. Isso me lembrou de uma história bíblica quando Davi enfrentou sozinho o gigante Golias.

Segundo a historia Davi era o filho mais novo de Jessé. Ele passava o dia no campo cuidando das ovelhas de seu pai,que como este autor aqui que vos escreve, também passa o dia trabalhando para sustentar sua família com dignidade, e nos momentos de folga trabalha para melhorar as condições de trabalho de seus colegas de profissão. Já Golias era conhecido como um fanfarrão falastrão e arrogante, confiante no seu tamanho de gigante vivia atormentando e ameaçando qualquer um que não se submete-se as suas vontades de mal feitor. Até que um dia apareceu um homem franzino e inteligente que o derrotou na presença de milhares.

Essa antiga história conhecida de todos tem se repetido na vida de muitos nos dias de hoje.

Pessoas que se acham acima do bem e do mal acreditam que podem falar, fazer e decidir o que quiser em detrimento de outros. E por acharem que tem o apoio da maioria, mesmo sem provar qual o número da maioria, pensam que sabem o que é melhor e que podem decidir o que quiserem.

Nem sempre o que a maioria pensa é bom para todos.

No livro ‘Apoiando Hitler‘, um historiador reúne provas do apoio do povo ao regime. O povo alemão era a maioria em seu país.

Os alemães sabiam e aplaudiam as atrocidades do nazismo.

Contrariando estudiosos que dizem que as atrocidades do nazismo eram desconhecidas por grande parte da população alemã, a escritora Christa Wolf declarou certa vez que para saber sobre a Gestapo, os campos de concentração e as campanhas de discriminação e perseguição bastava ler os jornais.

Em 8 de março de 1933, Hitler aumentava a repressão ao Partido Comunista da Alemanha, cassando os mandatos de seus deputados. Dirigentes foram presos ou perseguidos e, uma semana depois, a agremiação foi proibida. Qualquer um que se atrevesse a questionar o regime era assassinado. Fosse alemão ou outra raça qualquer!

A perseguição a mim comandada pelo falso detetive e impostor chefe da FALSA COMISSÃO CNPRD teve momentos parecidos como o contado acima. Eu só não fui assassinado, por enquanto, porque ameaças tem vindo de todas as partes. Por cautela e precaução estou arquivando e catalogando todos os arquivos de texto e áudios de ameaças a mim desferidas, para o caso de algum dia possa ser útil para identificar os responsáveis por qualquer ato contra a minha pessoa.

As redes sociais como os jornais daquela época foram usadas para me caluniar, ofender, acusar, me jogar contra os outros. Todo tipo de artimanha e jogo baixo foram utilizados por este grupo de impostores e caluniadores. Muitos se ajuntaram a este grupo de caluniadores para me destruir moralmente. Muitos bateram palmas e se alegraram por cada ofensa a mim dirigida. Fui acusado de ser o inimigo número um da categoria porque discordei dos planos diabólicos da FALSA COMISSÃO, que no meu entender, era prejudicial para a maioria dos profissionais que dependem do seu trabalho honesto para levar o seu sustento para casa.

Fui perseguido por defender uma colega que havia sido humilhada pelos seus próprios companheiros dentro da comissão. Não preciso aqui citar o nome. Eles sabem, ela sabe também, pois é leitora assídua deste blog. Portanto, tem o direito de vir a público me desmentir, se é que tem coragem!

Fui perseguido por defender companheiros que foram preteridos em detrimento de outros que nunca participaram de nada dentro da comissão, sendo um desses o qual defendi à época, que me ataca hoje.

Fui perseguido porque me recusei a fazer parte de panelinhas e conchavos dentro da comissão.

Fui perseguido porque denunciei as reuniões secretas que estavam sendo feitas dentro da comissão a pretexto de organizar a classe, mas que na verdade, não passava de um plano para elaborar regras e exigências que pudessem afastar e impedir a maioria de trabalhar na profissão. Como Hitler que queria criar a raça ariana que seria supostamente a linhagem ‘mais pura’ dos seres, assim era esse grupo (GT) dentro da comissão, que achava que deveriam fazer uma limpeza dentro da profissão, porque se julgavam melhores do que os outros.

Fui perseguido por questionar as exigências do PLC 106/14 que tratava do exercício da profissão. Segundo o Parágrafo 1° do Artigo 3° “TODOS” aqueles interessados em exercer a profissão de detetive particular deveriam fazer um novo curso de formação com currículo estabelecido pelo MEC com carga horária mínima de 600h. Que no meu entender, tal exigência se estendia á todos os profissionais já atuantes no mercado de trabalho, inclusive eu, independente do tempo de exercício da profissão. Restando a todos nós, 2 alternativas somente: Fazer o novo curso ou entrar com ação na justiça pleiteando o direito adquirido.

Com o veto total do artigo 3° do PLC 106/14 ficou comprovado que eu estava certo e que a aprovação do projeto nos termos que estava excluiria a maioria das suas atividades profissionais. E isto sim, seria uma grande covardia!

Até mesmo os falsos advogados e doutores do facebook e wathsaap que passaram meses nas tribunas das redes sociais repetindo palavras ao vento, discursos de ódio e teses sem fundamento jurídico estão calados hoje. Até agora nenhum desses ditos doutores da lei se atreveu a explicar porque o presidente da república vetou exatamente os artigos do PLC 106/14 que eu tanto combati.

Até agora o falso detetive impostor e líder desta organização maliciosa e perniciosa juntamente com seus  advogados sem OAB tiveram coragem de vir a público explicar o porquê desse artigo ter sido incluído no PLC 106/14, mesmo tendo sidos alertados sobre o risco de prejudicar a grande maioria.

Fui acusado de trabalhar para prejudicar a classe, mas não fosse a ação deste pequenino e determinado combatente que voz escreve apoiado por outros bravos guerreiros, que segundo a falsa comissão representa somente 5% da categoria, estaria hoje, os 100% chorando.  A omissão e a covardia dos 95% não foram suficientes para desanimar e intimidar a minoria dos 5%.

Agora todos os verdadeiros detetives podem trabalhar em paz sabendo que não serão perseguidos por mais ninguém.

Segundo o superintendente de mentirinha que postou recentemente os ataques a minha pessoa, o grupo chamado por eles de dissidente, mentiram claramente e fizeram discursos forjados cheios de pretextos pífios. Acusou ainda o autor deste blog de comandar uma associação visando lucro para beneficio próprio e de sua diretoria, e que seus associados não desfrutam de nenhum benefício real. Com a boca cheia e batendo no peito, diz que a FALSA COMISSÃO CNPRD nunca cobrou nada de ninguém e que tudo é feito gratuitamente sem visar nenhum interesse. Como se fosse normal alguém chegar na sua casa oferecendo-se  para comprar móveis novos, encher a geladeira e reformar a casa sem pedir-lhe nada em troca. Simples assim! Em que mundo este pobre coitado está vivendo? Ou será que ele nos acha idiotas?

O resultado das contribuições associativas dos meus companheiros  que a mim confiaram dirigir a ANADIP DO BRASIL estão claramente registradas no blog da associação, que tem endereço fixo e estatuto. Até um caolho com pouca visão e leitura é capaz de enxergar e reconhecer o trabalho que vem sendo feito em prol da categoria. Em discordância da acusação desferida pelo superintendente de mentirinha, não existe nada de graça. Tudo que é feito tem um custo, uma despesa. Não me sinto no direito e muito menos á vontade de no futuro dizer na cara de meus companheiros que eles nada fizeram e em nada contribuíram, exigindo-lhes o reconhecimento de que somente  eu tenho o mérito de ter conquistado e bancado tudo sozinho. E que por isso, eles me devem obediência absoluta.

O meu grande orgulho hoje é poder dizer com a cabeça erguida e com alegria no coração, que não fosse a contribuição de todos, um pouquinho de cada um, não estaríamos aqui hoje comemorando essa grande vitória de ter derrubado o pernicioso PLC 106/14 que foi elaborado especificamente para prejudicar todos os meus colegas de profissão, a começar por mim.

Cada centavo investido na associação foi utilizado de forma coerente e transparente para manter a instituição funcionando para que seus associados pudessem ser bem representados.  Pagamento de aluguel, luz, telefone, materiais diversos, passagens aéreas para Brasília, não caem do céu companheiros.  Não acreditem nesta falácia de que ninguém cobra nada de ninguém!  Alguém está pagando essa conta hoje, e amanhã vai apresentar a fatura. Podem acreditar!

Por fim, quero pedir aos meus perseguidores que procurem economizar suas energias e usá-las para pensar em construir algo de bom para suas vidas, sem claro, ter que passar por cima dos outros.

Um recado que quero passar aqueles que se intitulam donos da classe dos detetives:

A classe não tem dono!

A classe em outros tempos estava abandonada sim, mas não está mais!

A classe não vai ser dominada, porque juntos somos fortes!

E para finalizar!

A cada ataque desferido a mim ou a qualquer outro companheiro será imediatamente respondido à altura!

 

Luiz Gomes
Detetive particular
Presidente da ANADIP DO BRASIL

 

Comments

comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *