Congressistas querem que Inteligência revele número de espionados na web

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WASHINGTON – Parlamentares norte-americanos estão pressionando a maior autoridade de Inteligência do país a estimar o número de cidadãos envolvidos em vigilância de e-mails e outros métodos como espionagem de alvos estrangeiros, dizendo que a informação é necessária para avaliar possíveis reformas nos programas.

Oito parlamentares democratas e seis republicanos fizeram o pedido ao diretor de Inteligência Nacional James Clapper, em carta vista pela Reuters nesta sexta-feira, refletindo a continuidade das preocupações bipartidárias sobre o escopo da espionagem de dados.

“Você tem de boa vontade compartilhado informações conosco sobre os conteúdos importantes e litigáveis obtidos sob estes programas de vigilância”, escreveram os parlamentares, todos membros da Comissão Judiciária da Câmara dos Representantes. “Agora nós queremos sua assistência para fazer uma avaliação se as proteções de privacidade atuais estão funcionando conforme o programado.”

Eles pediram que Clapper forneça as informações sobre dados coletados sob o estatuto, até 6 de maio.

A lei, que deve expirar no fim de 2017, permite que o programa de vigilância da internet chamado Prism, revelado na série de vazamentos feito por Edward Snowden, ex-funcionário da Agência Nacional de Segurança dos EUA, há três anos.

Desde os vazamentos de Snowden, foi jogada luz sobre a espionagem de usuários de vários sistemas e empresas como Google, Facebook, Microsoft e Apple. Tudo por motivo de segurança, segundo autoridades.

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